Se quiseres

6.º Domingo Tempo Comum (Ano B)
Mc 1, 40-45

P. António Marcelino | Congregação Salesiana

Desafio-te:

Sabes qual é a tua lepra? Reza a oração que nasce no teu coração! E pede a cura a Jesus!

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo, veio ter com Jesus um leproso. Prostrou-se de joelhos e suplicou-Lhe: «Se quiseres, podes curar-me». Jesus, compadecido, estendeu a mão, tocou-lhe e disse: «Quero: fica limpo». No mesmo instante o deixou a lepra e ele ficou limpo. Advertindo-o severamente, despediu-o com esta ordem: «Não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela tua cura o que Moisés ordenou, para lhes servir de testemunho». Ele, porém, logo que partiu, começou a apregoar e a divulgar o que acontecera, e assim, Jesus já não podia entrar abertamente em nenhuma cidade. Ficava fora, em lugares desertos, e vinham ter com Ele de toda a parte.
Palavra da salvação.

(Mc 1, 40-45)

O texto do Evangelho que acabámos de ouvir apresenta-nos ou descreve-nos o leproso que vai ter com Jesus. O leproso é atacado por uma doença altamente terrível e contagiosa. Ele deve, obrigatoriamente, afastar-se da comunidade. É um isolado, é um excluído. Apesar disso, ele enche-se de coragem e vai ter com Jesus.

Esta primeira abordagem à sua doença faz pensar, pode-nos fazer pensar sobre as doenças que nos afetam e nos impedem de viver em comunidade. Quais são as lepras? Quais são as doenças físicas ou espirituais que nos afastam de Deus e dos irmãos? A nossa preguiça? A nossa falta de humildade? A nossa presunção? A nossa riqueza? O nosso bem-estar? Qualquer que seja o motivo porque nos afastámos do Senhor e dos irmãos, façamos como Ele... Numa oração simples mas confiante, digamos: "Senhor, se tu quiseres, podes curar-me.". É uma oração sem fórmulas, uma oração que nasce do coração.

Qualquer que seja a nossa lepra, quaisquer que sejam os motivos que nos afastam de Deus e dos irmãos, lancemo-nos confiantes nos seus braços e digamos: "Senhor, se quiseres, podes curar-me.".

P. António Marcelino

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